ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

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ANO 2016|2017

No nosso movimento, damos capacidades e promovemos junto dos nossos Rapazes uma serie de valências e aptidões que se pretendem que os ajudem na sua vida e nas comunidades onde interagem .
Se, sob o ponto de vista mais de caracter, mais de intervenção e pró atividade temos um projeto pedagógico e vivencias bastante eficazes, sob o ponto de vista da organização financeira e administrativa, julgo que estamos aquém do ideal, quer nas unidades, quer nos agrupamentos.
Na Junta Regional estamos a criar, aos poucos, uma organização e responsa-bilidades úteis e eficientes para nos conhecer-mos melhor e nos controlarmos também melhor.
É claramente benéfico ao movimento, mas em particular aos nossos jovens, que o nível mais local do CNE e as unidades também o estejam, incutindo nos Rapazes, essa importância, para que transportem para as suas vidas esta utilidade.
Para 2017 vamos dar passos sérios de encontro a este desiderato, estando mais próximos dos agrupamentos e ajudando-os nestas tarefas.
Deve este exemplo partir dos dirigentes.

No plano financeiro e de orçamento da Junta Regional, o próximo ano vai ser um desafio tremendo. Se a construção da sede foi algo de grandioso que estamos a concluir, a sua manutenção e dinamização não será menos desafiante.

Será também um ano ACANAC, que prevemos que tenha implicações essencialmente no DMF.
Falando em DMF, nas novas instalações teremos mais condições para o atendimento, mas também condições de venda à distância que pretendemos implementar.

Nuno Nogueira 794 Vilar
SRAF

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ANO 2015|2016

O ano de 2016 será um ano para terminar alguns projetos, mas de imediato iniciar outros.
Se os da sede regional e a instalação do DMF estão numa fase de consolidação, outros desafios surgem, como é o caso da manutenção da sede.
Em conjunto com a Secretaria responsável pelo património, desenvolveremos planos de utilização e promoveremos a sustentação financeira da nossa casa, que estará ao serviço de todos, sem nunca descorar o facto de ter gastos de funcionamento e manutenção diários.
No DMF também vamos desenvolver formas de estar mais perto dos agrupamentos e pais, facilitando as compras.
No plano financeiro, refira-se o aumento da quota regional, por deliberação em reunião.
Foram analisados os prós e os contras deste aumento, assim como a análise da realidade das outras regiões, nomeadamente o valor relativamente baixo que praticávamos.
Note-se que é esse o valor que o escuteiro contribui diretamente para a Junta Regional e toda a sua estrutura. Julgamos que justificamos esse valor com o apoio que damos, seja a nível de formação, atividades pedagógicas, apoio estrututal, etc.
Finalmente, a nível administrativo, aguardamos por novidades que devem aparecer da Junta Central e acompanhar os agrupamentos na implementação dessas orientações, que terão como finalidade a uniformização e disponibilização da informação.
Continuaremos sempre disponíveis para colaborar com a Região.

Nuno Nogueira 794 Vilar
SRAF
Paula Silva 588 Gafanha da Nazaré
DMF

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ANO 2014|2015

Tomando consciência da realidade da região, no que aos aspetos de organização administrativa diz respeito, alguma evolução foi feita. Muitos agrupamentos já estão organizados e cumprem as designações dos regulamentos do CNE e seguem as boas práticas de organização e comunicação com a JR.
Quanto aos aspetos de carater financeiro, ainda desconhecemos a realidade da região.
Com esta noção do que se passa, ou não passa, é nosso interesse que neste mandato os agrupamentos tenham ao dispor folhas de trabalho que os ajude a estar organizados e a fazer a história do próprio agrupamento, já que a história não pode ser só recordações, mas também arquivo, documentos, fotos, relatórios, etc.
Vamos por isso emitir documentos que permitam, em primeiro lugar, uma ajuda direta ao agrupamento que terá a consequência de o ter organizado.

O outro propósito que nos vai fazer agir de forma ativa é a Sede Regional e a angariação de fundos para a sua construção / conclusão. Está constituída a equipa da Sede, mas esta secretaria não se pode alhear de colaborar.
Estaremos sempre ao lado deles para toda a ajuda necessária, mas também tomaremos iniciativas para ajudar na angariação de fundos. Programamos desde já um fim-de-semana, em que toda a região estará unida e em comunhão com este projeto, e para o qual daremos propostas de atividades.

Finalmente, uma palavra ao DMF e ao atendimento geral, que vai continuar a prestar o serviço de qualidade que nos habituou estando sempre com a máxima disponibilidade e celeridade no tratamento dos vossos pedidos.

Concluindo, reiteramos a intenção para colaborar com todos nas dificuldades, dúvidas ou preocupações que tenham nestas áreas.

Nuno Nogueira
SRAF

 

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